As pessoas me conhecem pelo cargo. Pelas agendas, pelos compromissos, pelas decisões que precisam ser tomadas todos os dias. Mas existe uma parte que não aparece — e que, na maioria das vezes, é a que define tudo.
É a parte que analisa antes de agir. Que organiza caminhos, que considera o impacto de cada escolha, que assume a responsabilidade pelo que precisa ser feito. Porque, por trás de qualquer decisão, sempre existe alguém que será afetado por ela.
Com o tempo, eu entendi uma coisa. O que define um governo não é só o que aparece. É a forma como cada decisão é conduzida, mesmo quando ninguém está olhando.